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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mulher de Frases...

"Não sei quanto a vocês, mas amor pra mim ter que ter cheiro. Gosto. E FRASES. Não adianta dizer que um olhar vale mil palavras, que o silêncio diz tudo. Não, não e não.


Eu quero sentir, tocar, cheirar, provar, morder e OUVIR. LER. Então, por favor, DIGA. Qualquer coisa que seja, qualquer frase, qualquer palavra perdida, FALE. Ou ESCREVA. Mas por favor, ETERNIZE. Palavras foram criadas para fotografar o coração.

Então por favor, não poupe o mundo da sua essência. Click. Palavras são simples. Precisas. Lindas em sua pureza de ser dita. Ben(m) dita! Não precisa fazer pose. Deixe acontecer. Se a garganta der nó e a sílaba não sair, ESCREVA. Caneta e lápis na mão, SEJA. Mostre-se. Eu não me apaixono por pessoas. Eu me apaixono por frases. Me alimento de palavras. Verdades, incertezas, medos, doçuras e pequenas mentiras. Não importa.

Eu quero provar seus verbos. Seus sujeitos. Seus objetos. Eu quero te ler. Te sublinhar. Te copiar. Te re-ler. Então, por favor, escreva-se. Inscreva-se. Eu quero te pregar num post-it pra nunca mais te esquecer. Quer saber? O que me encanta no mundo são letras, vogais, combinações inexatas entre o que quer dizer e o que se diz.

Não precisa dizer bonito. Muito menos escrever bonito. Palavra vira poesia quando dita com a alma. Por isso, solte-se. Rabisque-se.

Eu não vou analisar suas palavras. Eu vou apenas senti-las... Sentir você em cada letra escrita, em cada ponto, em cada frase desenhada. Por isso, permita-me.

Eu não quero gramática, dicionário, frases de efeito, plágios descarados pra preencher vazio.

Eu quero você. Você e suas palavras. Você e sua letra torta. Em qualquer frase, qualquer rima, qualquer asterisco no pé da página. Mas que seja você.

Que brote do silêncio da sua alma bonita e se transforme em letras: palavras para eternizar a poesia que é seu coração!"

(Fernanda Mello)

Dupla Falta...

" O belo texto do mineiro Rubem Alves sobre as diferenças entre o tênis e o frescobol (usadas como metáforas para o casamento) é tão conhecido que não seria absurdo supor que foi nele que a americana Lionel Shriver se inspirou para escrever seu recente lançamento, Dupla Falta. Se não foi, é um caso de feliz coincidência, ainda que de feliz sua obra não tenha nada.


A história do livro é razoavelmente simples: o encontro amoroso de uma tenista obstinada em subir posições no ranking com um tenista de talento mediano que vê o tênis apenas como um hobby. Ambos se apaixonam, casam e a partir daí o leitor se torna espectador de um texto que funciona como um jogo de final de campeonato, com cenas de alta tensão e competitividade extrema.


E, como todos sabem, tensão e competitividade combinam com amor tanto quanto cacos de vidro combinam com bebês.

Vibrar com o acerto do outro e pedir desculpas quando se erra: eis uma “relação frescobol”, em que o que interessa é manter a bola em jogo, com ambos se sentindo vencedores pelo simples fato de manterem o entendimento e a sincronia até o término da partida.


Não é o que se vê no livro.

Willy foi uma menina que aos cinco anos decidiu que seria a melhor tenista do planeta, e não fez outra coisa na vida a não ser lutar pelo seu lugar no pódio. Eric, por sua vez, cresceu fazendo de tudo um pouco e, quando resolve se aventurar no tênis, acaba naturalmente conquistando posições que a esposa sempre almejou. Logo ele, que nunca quis nada com as raquetes.

Quem esse diletante pensa que é para realizar um sonho que nunca foi dele, e sim dela?

O livro escancara traumas de infância, obsessões delirantes e a deterioração que o fracasso pode provocar em alguém que se leva a sério demais. Willy não tem um marido, e sim um adversário. E um adversário muito superior, não por ser melhor tenista do que ela - não é -, mas por dominar as regras do jogo da vida, que Willy nunca aprendeu.

A autora Lionel Shriver, que já tinha deixado o mundo literário de queixo caído com seu implacável Precisamos Falar Sobre Kevin, mais uma vez desnuda a perversidade escondida onde menos se espera: dentro das relações mais íntimas e nobres.

Os diálogos do livro são voleios ferozes, brutais. De certa forma, traduzem a sociedade atual, que exalta o sucesso como a única alternativa de existência, deixando todas as demais no limbo. Na impossibilidade de lutarmos contra nossas fraquezas, resta-nos a baixeza maior: se alegrar com a derrota alheia.

O livro confirma: a diferença entre ser um vencedor e um perdedor nunca esteve relacionada nem ao sucesso, nem ao fracasso. "

(Martha Medeiros)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Depois de Jabor...


Gente,

Não sei porque fui ler essa crônica (abaixo) a respeito dos homens x amor x traição feita pelo Jabor. Sinceramente me deixou descrente! Totalmente...

Me desculpem homens, sei que não tenho o direito de generalizar porém ele foi tão enfático, tão seguro que não tenho argumentos que me convençam do contrário. Pelo menos por hora...

Sinceramente e sem um pingo de vergonha, até algumas horas atrás, acreditava que nós mulheres ainda pudéssemos sonhar e colher "bons frutos" de tais sonhos. Pelo visto não podemos...

Estou abalada e triste, de verdade!

Triste porque existem mulheres sonhando e confiando em algo que nem elas sabem se existe ou não, porém acreditam que possa existir e isso já é o suficiente para mantê-las vivas!

Mulheres que não remoem dores do passado e olham para frente com uma única certeza! Vai dar certo!!! Elas sabem que vai...elas sentem que vai...

Mulheres que esperam ansiosas por alguém que ainda vai chegar...
Mulheres que já sabem quem é este alguém e estão de braços abertos só esperando a hora de poder senti-los em seus braços...

UFA!!!!!!!! Jabor acabou comigo, definitivamente...

Não fui preparada para isso. Um dia me chamaram de mimada e acabo de perceber que tinham razão. Meus pais erraram muito me protegendo tanto.
Não me prepararam para a realidade da vida que agora está aí para mostrar que não é nada como te fizeram acreditar.

Fiquei muito mal com esse texto, vocês não imaginam...

Vou dormir, talvez amanhã eu acorde melhor e volte acreditar que o futuro realmente não esteja definido, pois no momento, no momento só consigo querer dormir e fingir que não li isso...

Parem o mundo eu quero descer!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Nem passado, nem presente, nem futuro...



Nada de passado, presente ou futuro. A palavra mais adequada é AGORA!!!

Agora é a hora de resolver pendências do passado,
Agora é a hora de vivenciar tudo o que se deseja no presente,
Agora é a hora de sentar e fazer planos para o futuro,
Agora é o momento certo para ser feliz!!!

Bem, hoje não estou muito legal por conta de uma coisa básica chamada TPM, por isso não vou me prolongar muito. Só precisava escrever isso para minha irmã. Afinal, hoje é um dia mais que especial para ela...

Munita, estou muito feliz por ter visto você hoje como há muito tempo eu não via. É assim que eu quero te ver sempre! Feliz, sentindo-se viva!
O brilho nos seus olhos é a resposta para todas as dúvidas do meu coração. Apesar de tudo, eu acredito fielmente que é possível sim corrigir erros do passado. Que o tempo pode desafiar porém o amor verdadeiro é incansável e invencível.
Nunca desista dos seus sonhos, uma hora o AGORA vai chegar, ele sempre chega! Basta acreditar..................................
EU ACREDITO!!!

Seja muito feliz irmã minha. Você merece!